A África Austral volta a ser palco da expansão empresarial angolana. O grupo COPIA, sedeado em Angola e com forte implantação nos sectores de petróleo e gás, mineração e construção civil, anunciou a criação de uma nova sociedade na Namíbia, através da qual passará a operar directamente naquele mercado.
Trata-se de um passo que ultrapassa a simples lógica de negócio. Depois de mais de uma década a consolidar-se como referência angolana em engenharia e supervisão técnica de grandes obras, a COPIA decide agora testar a sua capacidade fora de portas, escolhendo a vizinha Namíbia como primeiro destino desta nova fase de internacionalização.

A escolha não é inocente. A Namíbia vive, actualmente, um dos momentos mais dinâmicos da sua história económica recente, impulsionado pelas descobertas de petróleo na bacia do Orange e pelo crescente interesse de investidores internacionais no seu potencial energético. É nesse contexto de efervescência que a empresa angolana identifica espaço para posicionar as suas competências.
Do lado técnico, a aposta assenta em ferramentas próprias desenvolvidas ao longo dos anos pelo grupo — casos do COPIA SEIS e do COPIA DynamicSim —, vocacionadas para apoiar a análise, o planeamento e a gestão de projectos de grande complexidade. É essa bagagem tecnológica, associada à experiência acumulada em Angola, que a empresa leva agora para território namibiano.

Para os responsáveis do grupo, mais do que abrir um novo mercado, a operação simboliza a maturidade de um modelo de negócio pensado desde a origem para África e para os africanos.
A ideia de que o continente pode e deve ser servido por competência técnica gerada dentro das suas próprias fronteiras ganha, com este movimento, mais um exemplo prático.



