Arranca hoje, na Zona Económica Especial, província de Icolo e Bengo, a 41ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA), que reúne dois mil trezentos e quarenta e oito expositores nacionais e estrangeiros.
O certame prolonga-se até domingo próximo. O evento contará com a presença de empresas oriundas de 22 países, com destaque para a China, que terá direito a um pavilhão próprio, segundo revelou a coordenadora comercial da FILDA/2026, Dyolanda Santana.
Entre as presenças já confirmadas figuram Portugal, a Turquia, a Itália, o Gana e o Brasil, países que vêem na exposição um espaço privilegiado para o estabelecimento de oportunidades de negócio e de parcerias comerciais.
A Feira Internacional de Angola constitui a maior bolsa de negócios do país e uma das principais plataformas de promoção económica da região. Sob o lema “Produzir e inovar localmente, vencer globalmente”, a presente edição reafirma-se como um espaço de promoção da produção nacional, de inovação, de internacionalização das empresas e de atracção de investimentos para Angola.
Com mais de 40 anos de história, a FILDA tem acompanhado de perto a evolução do tecido empresarial angolano, afirmando-se como ponto de encontro privilegiado entre empresas, investidores, instituições e decisores. É neste espaço que se estabelecem parcerias, se exploram oportunidades e se impulsiona o desenvolvimento económico do país.
Mais do que uma simples feira, a FILDA constitui-se como uma plataforma estratégica que promove a valorização dos recursos nacionais, a diversificação da economia e o fortalecimento da produção interna.
Ao integrar inovação, cultura e sustentabilidade, o certame contribui para a construção de uma economia mais resiliente, competitiva e inclusiva.
Segundo a organização, a edição de 2026 projecta-se como um marco de continuidade e de visão, posicionando a FILDA como um ponto de convergência entre a produção, a inovação e a internacionalização — um espaço onde Angola se afirma perante o mundo com confiança e ambição.



