Os accionistas do Banco Keve vão reunir-se a 2 de Outubro, no Hotel Fórum, em Luanda, para decidir quanto a Comissão Executiva do banco vai receber a título de remuneração variável pelo desempenho de 2025.
A convocatória, assinada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, André Luís Brandão, e datada de 1 de Setembro, dá conta de que a reunião arranca às 10h00 e foi marcada ao abrigo dos Estatutos da instituição e da Lei das Sociedades Comerciais.
O ponto central da Assembleia Geral Extraordinária é a proposta do Conselho de Remunerações dos Órgãos Sociais, que fixa o tecto máximo do bónus a atribuir à equipa executiva do banco. Um segundo ponto da ordem de trabalhos deixa margem para outros assuntos que os accionistas queiram trazer à mesa.
Se não houver accionistas suficientes para validar as decisões já no dia 2, o banco garante uma segunda oportunidade: a 18 de Outubro, à mesma hora e no mesmo hotel, desta vez sem exigência de quórum mínimo, conforme prevê a lei para as segundas convocatórias.
Quem não puder estar presente pode fazer-se representar — por um familiar próximo, por um administrador ou por outro accionista — desde que envie uma carta ao presidente da Mesa até ao último dia útil antes do encontro, identificando o representante e os poderes que lhe são conferidos.
Quem lidera o Keve
Segundo dados oficiais do banco, consultados pela Líder Magazine, o Conselho de Administração é presidido por Dalila Azevedo da Silva, cabendo a presidência da Comissão Executiva a Bruno Sandro Rodera da Silva Grilo.
Completam o órgão os administradores independentes Osvaldo Victorino João, Clóvis Martins Rosa e Walter Alexandre Teixeira, o administrador não executivo Laide Moreira Martins, os administradores executivos Efigénia Tonha, Artur Rodrigues e Sérgio Pereira da Gama, além do assessor do Conselho de Administração, César Armando Eusébio de Sousa.



