A modernização das unidades salineiras de Angola é uma prioridade para reforçar a produção nacional de sal, aumentar a competitividade do subsector e contribuir para a diversificação da economia.

A posição foi defendida pela ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmen do Sacramento Neto, durante o encerramento do Fórum Nacional do Subsector Salineiro (SALMAR 2026).
Na sua intervenção, a governante destacou que a adoção de novas tecnologias e a mecanização dos processos produtivos são fundamentais para elevar os níveis de produção e eficiência das salinas, devendo esse processo ser conduzido de forma sustentável, com respeito pelos ecossistemas costeiros e pela preservação ambiental.

Carmen do Sacramento Neto salientou que o fortalecimento da produção nacional representa uma oportunidade para impulsionar o crescimento económico, gerar emprego e aumentar a contribuição do subsector salineiro para a diversificação da economia angolana.
A ministra reafirmou ainda o compromisso do Executivo com a criação de condições que promovam o desenvolvimento sustentável da indústria salineira, incentivando a inovação, a modernização das infraestruturas e o aumento da capacidade produtiva do país.
O Fórum Nacional do Subsector Salineiro (SALMAR 2026) reuniu representantes do Executivo, produtores, especialistas e parceiros institucionais para avaliar os principais desafios da indústria salineira e debater estratégias voltadas para o crescimento, a inovação e o fortalecimento da produção de sal em Angola



