Com uma visão que nasceu nos campos petrolíferos e se expandiu para múltiplos sectores da economia, Mário Gomes é hoje um dos empresários jovens mais influentes e versáteis do tecido empresarial angolano.
Fundador e Presidente do Grupo Monaco, a sua trajectória começou no exigente sector de petróleo e gás — escola que poucos ultrapassam com a solidez e a ambição que ele demonstrou.
Dotado de uma formação académica de nível internacional, é detentor de um MBA pela American Intercontinental University, na Califórnia, credencial que combina com uma experiência prática construída ao longo de mais de duas décadas no mercado angolano.
Desde 2002 que Mário Gomes apresenta propostas de negócio e constrói pontes entre o conhecimento internacional e as necessidades locais — uma postura que antecipou, muito antes de ser tendência, o debate sobre o conteúdo local em Angola. É precisamente esse o seu grande desígnio: defender a transição do empresário angolano da condição de prestador de serviços para operador no sector petrolífero, alargando assim a soberania económica do país sobre os seus próprios recursos.
Sob a sua liderança, o Grupo Monaco consolidou-se e diversificou-se por sectores tão distintos como a construção, a saúde, a moda, o retalho e os investimentos — prova de que a sua visão não se limita ao petróleo, mas enxerga Angola como um ecossistema de oportunidades a explorar de forma integrada.
Paralelamente, o Grupo Simples Oil — outro pilar da sua estrutura empresarial — afirmou-se como um fornecedor de referência na indústria petrolífera angolana, navegando com resiliência pelos ciclos de baixa dos preços do crude e pelas sucessivas mudanças na administração do sector.
De acordo com o relatório de gestão e contas de 2024, a entidade registou uma faturação de aproximadamente 2,7 mil milhões de kwanzas — um indicador expressivo da dimensão e da consistência do seu modelo de negócio.
Mário Gomes é, em síntese, o retrato do empresário angolano que não espera pelas condições ideais — cria-as.
Um magnata em construção, com raízes locais, projeção internacional e uma agenda clara: fazer de Angola um país de operadores, não apenas de fornecedores.
A sua presença nesta lista é o reconhecimento de uma liderança que já provou o seu valor — e que ainda tem muito por fazer.


