Há homens que falam de Angola com palavras. E há homens que falam de Angola com acções. Cláudio Simão é do segundo grupo.
Com 42 anos, formação em Gestão Comercial e Marketing e uma cabeça que nunca para de pensar em oportunidades, este empresário angolano tem construído, tijolo a tijolo, um percurso que muitos observam com admiração e que o país precisa de celebrar mais. Porque em Angola, o que faz falta não são apenas recursos naturais — o que faz falta são homens e mulheres que saibam transformar visão em realidade.
E Cláudio Simão sabe. Olhemos para a saúde. Num país onde encontrar um médico de qualidade ainda é, para muitos, uma batalha, ele apostou na Clínica Isabel Fancony e no Hospital Privado Luanda Sul. Não é um projecto qualquer. É uma aposta séria, com componente formativa e universitária, que quer ser referência nacional. Quem conhece o sector sabe o que isso significa: coragem, capital e, acima de tudo, convicção de que Angola merece melhor.
Mas Cláudio Simão não ficou pela saúde. Foi ao comércio, com o Supermercado Quinta dos Reis, levando bens essenciais a quem precisa e emprego a quem sonha. Foi à mesa, com o One Million Restaurante, para provar que a gastronomia angolana também pode ser servida com excelência e sofisticação. Três sectores diferentes. Uma mesma lógica: identificar onde Angola precisa de crescer e estar lá antes dos outros.
É isso que define um líder. Não o título no cartão de visita. Não o carro à porta. É a capacidade de ver o que os outros ainda não viram — e ter a coragem de agir.
Cláudio Simão é, sem dúvida, um dos rostos de uma nova geração de empresários angolanos. Uma geração que não espera que o país mude para então investir. Investe primeiro. E é assim que o país muda.



