A Namíbia tornou-se um dos mercados mais atractivos do sector petrolífero mundial, depois de as descobertas Graff, da Shell, e Vénus, da TotalEnergies, terem desencadeado uma corrida exploratória nas suas águas.
O país ambiciona tornar-se a próxima Guiana, mas ainda carece das infraestruturas necessárias para acelerar e monetizar as descobertas.
É neste contexto que a Azule Energy reforça a sua presença na região. A empresa nomeou o geólogo Giovanni Aquilina como primeiro Country Manager na Namíbia, cargo a partir do qual vai liderar a intensificação da actividade exploratória no país.
Aquilina ocupava até agora o cargo de Director de Exploração em Angola, posição que desempenhou nos últimos três anos.
A nomeação surge após a Azule Energy ter concretizado o seu primeiro negócio internacional desde a fundação, em 2022, com a aquisição de uma participação de 42,5% no Bloco 2914A (PEL85), offshore da Namíbia. O bloco é operado pela Rhino Resources, também com 42,5%, sendo os restantes interesses detidos pela NAMCOR (10%) e pela Korres Investments (5%).
Giovanni Aquilina é um geólogo com experiência acumulada em múltiplas geografias, incluindo Itália, Venezuela, China, Vietname, Indonésia, Egipto e Nigéria. Em Angola, conduziu projectos como a conclusão do desenvolvimento do Pólo Integrado Oeste de Agogo e o arranque do Novo Consórcio de Gás, o primeiro projecto de gás não-associado do país.
Com a nomeação, a Azule Energy posiciona-se para disputar um lugar entre os principais operadores da indústria petrolífera namibiana, num mercado que atrai crescente interesse internacional.


