O Banco de Investimentos Rural (BIR) prossegue com os trabalhos de edificação da sua nova sede social, denominada BIR Towers, erguida no município de Talatona, arredores da capital angolana.
A empreitada está a cargo da Casais Angola, subsidiária do grupo português Casais, entidade que assume a responsabilidade principal pela condução da obra.
Em declarações prestadas à imprensa, a construtora não quis avançar pormenores relativos ao montante do investimento nem à data prevista para a conclusão dos trabalhos, limitando-se a afirmar que o empreendimento constitui mais uma etapa do seu compromisso com o desenvolvimento económico e social de Angola, mediante a edificação de infra-estruturas modernas e de qualidade reconhecida.
“Ao longo deste percurso, iremos focar-nos na qualidade, inovação e eficiência”, pode ler-se em comunicado da Casais Angola, que sublinha ainda o propósito de “construir o futuro” e de gerar impacto positivo junto dos seus parceiros e da comunidade em geral.
Apurou-se que o empreendimento se encontra enquadrado num fundo de investimento imobiliário fechado, de subscrição particular, denominado BIR Towers, cuja constituição mereceu a aprovação da Comissão do Mercado de Capitais (CMC) no mês de Março do corrente ano. A gestão do referido fundo está a cargo da Eaglestone Capital – Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, cuja política de investimento contempla a aquisição de imóveis destinados a projectos de construção de índole comercial, o arrendamento dos activos integrados na sua carteira, tendo em vista o melhor aproveitamento das condições vigentes no mercado, bem como a eventual revenda dos imóveis adquiridos para tal finalidade.
Por seu turno, a empresa Pinto & Cruz Angola, igualmente de capitais portugueses, tornou público ser a responsável pela instalação dos elevadores do novo edifício, dando assim continuidade a uma parceria de longa data com a Casais Angola, com quem já colaborou noutros empreendimentos de vulto no país.
Em nota divulgada, a Pinto & Cruz qualificou o projecto como “mais uma importante obra em curso”, manifestando satisfação por continuar a dar o seu contributo para a modernização e o crescimento do sector empresarial angolano.
Recorde-se, por último, que o Banco de Investimentos Rural obteve a sua licença junto do Banco Nacional de Angola no ano de 2013, funcionando desde então como instituição financeira legalmente constituída.
O seu quadro accionista é encabeçado por Lígia Madaleno, detentora de 46,40 por cento do capital social, seguindo-se João Henrique Pereira, com 30 por cento, Joana Paixão Franco, com 10,70 por cento, e Minoru Dondo, com 7,40 por cento.



