O Presidente da Comissão Executiva da Pumangol, Ivanilson Machado, representou Angola no Human Leaders International Congress, realizado na Cidade da Praia, em Cabo Verde, onde defendeu que uma liderança humanizada é determinante para enfrentar os desafios da transformação global.

Na qualidade de Keynote Speaker, o gestor afirmou que, num mundo cada vez mais disruptivo, impulsionado pela tecnologia e pela inteligência artificial, “quanto mais disruptivo se torna o mundo, mais humana tem de ser a liderança”.
O convite para integrar o painel principal do congresso representa um reconhecimento internacional do percurso e da visão estratégica de Ivanilson Machado, consolidando-o como uma das vozes africanas de referência na reflexão sobre os novos modelos de liderança e desenvolvimento organizacional.
Durante a conferência, subordinada ao tema “Liderança Humanizada num Mundo Disruptivo”, o responsável defendeu que o verdadeiro diferencial competitivo das organizações continuará a ser a capacidade de desenvolver pessoas, fortalecer a cultura organizacional e preparar equipas para responder às exigências do futuro.
Na sua intervenção, partilhou experiências da sua carreira executiva e destacou que uma liderança eficaz deve assentar na proximidade, na confiança, na escuta ativa, na aprendizagem contínua e na formação de novos líderes.
Sublinhou ainda que a inovação só gera resultados sustentáveis quando é acompanhada por uma cultura que coloca as pessoas no centro da transformação e cria condições para o desenvolvimento do talento.
Ivanilson Machado acrescentou que liderar deixou de significar apenas alcançar resultados financeiros, passando também por mobilizar equipas, inspirar um propósito comum, desenvolver competências e construir organizações mais resilientes e preparadas para enfrentar um ambiente em constante mudança.

A participação do gestor angolano no Human Leaders International Congress reforça o reconhecimento internacional da qualidade da liderança empresarial em Angola e evidencia o contributo que os líderes africanos podem oferecer para o debate global sobre gestão, inovação, desenvolvimento humano e sustentabilidade organizacional.



