A TIS quer mudar a forma como a saúde funciona em Angola. A consultora tecnológica está presente no ANGOTIC — Angola ICT Forum 2026, o principal fórum de tecnologias de informação e comunicação do país, onde apresenta soluções concretas de Inteligência Artificial aplicadas ao sector da saúde.
No centro da proposta estão sistemas de diagnóstico assistido por IA e integração com plataformas clínicas, desenhados para reduzir erros médicos e melhorar a gestão hospitalar. Os resultados dos testes piloto são expressivos: uma redução de erros médicos em até 40%.
A abordagem da TIS parte de um princípio claro: a transformação digital na saúde não é apenas instalar um programa numa clínica ou hospital — envolve um ecossistema. As soluções integram algoritmos de apoio com fluxos de trabalho locais, com especial atenção à governação de dados, segurança, sigilo e ética.
O contexto nacional é favorável. O secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, afirmou recentemente que a IA já está a ser utilizada em procedimentos de imagiologia, oferecendo maior nitidez nas imagens e contribuindo para diagnósticos mais precisos, além de melhorar a triagem de pacientes e permitir maior precisão em cirurgias assistidas por robôs.
“A tecnologia deve servir os interesses do país e melhorar a vida das pessoas. A nossa abordagem é pragmática, orientada a resultados e centrada na realidade angolana”, afirma Willian de Oliveira, CEO da TIS.
O stand da TIS está disponível para visita durante os dias do fórum. A mensagem da empresa é directa: a transformação do sistema de saúde angolano já não é uma promessa. Está a acontecer agora.



