A inflação continuou a ser um grande desafio económico em África em 2025, com vários países a registar aumentos acentuados nos preços ao consumidor, impulsionados pela instabilidade cambial, pressões do lado da oferta e fragilidades económicas estruturais.
O Fundo Monetário Internacional prevê que a inflação global poderá cair ainda mais, para cerca de 3,7% em 2026, impulsionada pelo crescimento moderado dos preços na China e pela inflação controlada em grande parte da Europa.
Segundo o Business Inside África, apesar desses ganhos, várias economias africanas permaneceram sob forte pressão inflacionária em 2025, em parte devido à instabilidade cambial, aos custos de importação, aos conflitos e às restrições estruturais de oferta.

De acordo com a fonte, cinco nações africanas – Sudão do Sul, Zimbábue, Sudão, Burundi e Malawi – figuraram entre os 10 países com as maiores taxas de inflação do mundo em 2025, juntando-se com casos mais graves como o da Venezuela, onde a inflação atingiu 269,9% e a previsão é de que ultrapasse 680% em 2026.


